Sandro Moreyra, um autor à procura de um personagem

Sandro Moreyra, um autor à procura de um personagem
À venda no buscapé em 16 livrarias e em diversas livrarias ao vivo (Clique na imagem acima)

Livro do Senta

Livro do Senta
Clique na imagem e encomende o seu

domingo, 19 de novembro de 2017

Livro sobre Armando Nogueira vem aí


Amigos e amigas: desculpem a ausência. Além de continuar trabalhando muito na divulgação e lançamentos do livro sobre Sandro Moreyra, começo a preparar a biografia de outro ilustre jornalista botafoguense, Armando Nogueira.

Como em breve estarei de férias na faculdade, prometo vir aqui mais vezes.

Hoje, com o empate contra o São Paulo, estou de cabeça inchada. Esse time está querendo jogar fora a mais fácil classificação pra Libertadores.

Ah se os brigões do Flamengo jogassem no Botafogo!

Framenguistas dão desculpas pra tudo, mas eu tenho memória.
O que aconteceu hoje com dois jogadores do sentão terminaria de forma diferente se os dois jogassem no Botafogo.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Vai, Bruno Silva, vai ser um Arão e um Sassá na vida

Belo texto do meu camarada é talentoso historiador botafoguense Rafael Casé sobre Bruno Silva e todos que estão fazendo corpo mole nesse final de Novembro após uma bela campanha no ano.

UM GESTO DE ADEUS (senta que lá vem textão)

Se torcedor é passional, eleve esse fator ao cubo, e você estará se aproximando de um coração botafoguense.
 Não é fácil ser jogador do Botafogo. Mas também não é nada fácil torcer pelo Botafogo.
 Se o sujeito, realmente, quiser fazer diferença portando aquela estrela no peito, se quiser ser lembrado (nem digo idolatrado) com carinho por essa torcida, tem que demonstrar, antes de tudo, vontade. Talento nem sempre é o fator primordial para que surja uma sincera admiração. Em um clube com gigantescos craques (talvez nenhum outro possa se orgulhar de uma constelação de foras-de-série assim), também há espaço para os que se esforçam, suam, se entregam; para aqueles que demonstram amor (nem digo pelo clube, pois no futebol de hoje, isso é cada vez mais raro) mas pelo jogo em si, pela bola... Esses também têm vez no acolhedor e doído coração de um botafoguense. 
 O time do Botafogo de 2017 esteve muito longe de ser um grande time, mas se mostrou, em muitos momentos, um time grande. União, dedicação e força de vontade trouxeram, a reboque, mais um jogador: a torcida. E aí, a química se fez. Gatito se agigantou, Carli virou xerife, João Paulo deu seu sangue (literalmente, e mais de uma vez), Bruno Silva jogou como nunca e Rodrigo Pimpão desandou a fazer gols inacreditáveis.
 Vi a torcida feliz. Ninguém se iludia em relação à qualidade desse time, a fragilidade era latente, mas havia um algo a mais e isso era suficiente para ir ao Nilton Santos com uma confiança há muito desaparecida. A paciência alvinegra alcançou seus píncaros. Bastava alguém ensaiar uma vaia que imediatamente era criticado pelo vizinho. Havia uma compreensão da tênue situação vivida. Se o time era frágil, cabia à arquibancada reforçá-lo.
 A entrega dos jogadores chegou mesmo a arrancar elogios quase invejosos de jornalistas e torcedores que nunca foram simpáticos ao Botafogo. Aquela ligação dentro e fora das quatro linhas, tão rara nos dias de hoje, se mostrou como um desejo coletivo de todos aqueles que amam essa coisa chamada futebol.
 A cena que simbolizou a tal união se deu ao final da partida contra o Atlético Nacional, quando  jogadores foram em direção à torcida e pediram bandeiras, para que eles mesmo as fizessem tremular. A simbiose se concretizava de uma maneira espontânea (quero eu acreditar) e inesquecível. O Marketing do clube soube explorar este momento e tratou de repeti-lo em um comercial do programa de Sócio Torcedor (que mais que dobrou em adesão em 2017). Tudo parecia bem, até que a realidade resolveu bater à porta.
 O Botafogo foi eliminado da Copa do Brasil, jogando de forma acovardada, e da Libertadores, pelo menos, lutando. Daí pra frente, a cada jogo, o time foi caindo. Uma ou outra atuação decente, mas, na média, bem abaixo do que vinha fazendo. Jogos ganhos, em casa, foram, absurdamente, perdidos. Resultados alheios ajudando de toda a forma, mas o próprio Botafogo não se ajudando.
 Três derrotas seguidas, no Niltão, em plena reta final de campeonato e com mais uma Libertadores nos esperando de braços abertos (e ainda há chances, por incrível que pareça), fizeram com que o caldo entornasse e a torcida assumir sua personalidade de Mister Hayd, o monstro ao invés do médico.  O baixo nível apresentado pelo time (seja por suas limitações, seja por desânimo) fez com que surgissem pesadas vaias a jogadores até então incensados. Vaias, muito mais de decepção do que de raiva. Vaias contra a dura realidade de que a carruagem virara abóbora.
 Há quem defenda que isso de nada ajuda, concordo. E há quem diga que não dá pro sujeito que saiu de casa num dia de semana, à noite, debaixo de chuva, não reclamar ao ver onze sujeitos apáticos, sem qualquer poder ofensivo, se deixarem derrotar passivamente quando a hora é de dar tudo para fazer o ano ter valido a pena. E eu também concordo. O problema é que a paixão e a razão vivem juntas no peito do torcedor, e a paixão fala mais alto. Aliás, não fala, berra bem mais alto na cabeça do botafoguense. Um berro que explode, muitas vezes em vaias.
 O que dói mais, no torcedor, é ver um gesto como o de Bruno Silva, talvez o melhor jogador do ano no Botafogo, desdenhando das vaias, ao ser substituído, e avisando que está de partida (provavelmente para o Cruzeiro). Pode-se dizer que estava de cabeça quente, irritado com a marcação dos torcedores (os mesmos que tanto o aplaudiram), mas foi infeliz, muito infeliz. Foi como se dissesse: “F*dam-se, eu já estou de partida. Não estou nem aí para vocês”.  Isso vir do mesmo jogador que dias antes derramava em amores pelo clube e pela torcida (amor retribuído), foi inaceitável.
 Numa entrevista, alguns dias atrás, em tom de desabafo, Bruno admitia que podia não ser um grande craque, mas que sabia fazer valer a pena. E isso, para a imensa maioria da torcida do Botafogo, já seria suficiente (mesmo sujeito a vaias esporádicas com as quais, como profissional experiente que é, já deveria ter aprendido a conviver).  Porém, o gesto de desdém ao sair de campo, se transformou em um inevitável gesto de adeus. E, infelizmente, pela porta dos fundos.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Como o Flamengo foi salvo do rebaixamento em 2013, o livro

Não conhecia. Me indicaram no facebook. Vou ler. Sei que vai ter um chororô danado por parte dos sentões, mas fazer o quê? Quem acompanha futebol sabe muito bem o que aconteceu no Brasileiro de 2013. Vou em busca de novas informações. 


Quarta-feira, dia 8 de novembro, lançamento do livro sobre Sandro Moreyra na Blooks Livraria de São Paulo


Amigos, amigas e tricolores. Quem puder comparecer, será muito bem-vindo.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Botafogo empata cagado a la Framengo graças às meninas gandulas do Avaí

Talvez o pior jogo do Botafogo no ano. Não mereceu empatar no finalzinho. Não quero o Glorioso igual ao sentão.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Livro sobre Sandro Moreyra vai ser lançado dia 8 de novembro em São Paulo


Alô alô amigos de São Paulo. Quero conhecer ou reencontrar vocês. Prestigiem. Juca Kfouri, José Trajano e Ruy Castro leram e gostaram.

Las manos, cadê os ecos?

O que foi aquilo no jogo do Botafogo contra o Vasco? Dois "lances duvidosos" na área do Vasco e o juiz optou pelo Vasco. Um "lance duvidosíssimo" no gol do Nenê e o juiz optou pelo Vasco.
Cuidado presidente CEP. Aquele certo time está na briga por uma vaga na Libertadores. Coisas estranhas vão acontecer.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

A verdadeira história do Flamengo, segundo comentarista da Band

Resposta do comentarista da Band Sports ao Flamengo ao ser acusado de perseguição.

Desde a década de 60 , vocês escolheram ser AntiRio. AntiBrasil!!

Passaram a torcer contra os rivais incondicionalmente.

Foram os próprios flamenguistas quem causaram esse ódio nos outros, mas não pela grandeza e sim pela soberba imotivada.

Ao cogitar que todos os clubes brasileiros são secadores de resultados, só os flamenguistas conseguiram proezas como :

- Lotar aeroporto para receber o time do Manchester pra provocar o Vasco no mundial da Fifa em 2000.

- Criar nomes de torcida como "FlaManchester", "Flazulão", "FlaMadrid" , "FlaBoca", "Fla LDU", "Liga do Urubu" e por aí vai..

- Confeccionar, vender e comercializar camisas como "FlaMadrid" e "Liga do Urubu"

- Brigar com o Sport no tapetao e  na justiça pelo brasileiro de 87

- Assaltar o galo na libertadores

- Papeletas amarelas... Lembra?

- Tentar tirar a taça das bolinhas do São Paulo

- Tentar rivalidade de grandeza com a torcida do Corinthians

- Comemorações antecipadas👃🏼" cheirinho"

- Viver e insistir que o Vasco é o maior vice todos. Pois com esse vice na copa do Brasil contra o Cruzeiro, vcs passaram a ter 41 vices contra 39 do Vasco. Aprendam a fazer contas.

- E o pior : criar um contato telefônico de cadastro para torcedores da "FlaMadrid"

Essas, entre outros vexames, foram atitudes executadas unicamente pelos flamenguistas.

Por isso e só por isso o "arco-iris" torce contra vcs. Talvez também pelo fato da arbitragem e da imprensa serem sempre pró-Flamengo. Por mais nenhum outro motivo.

Não tem porra nenhuma de grandeza ou superioridade. Um time que tem a maior torcida, a maior receita de televisão e um sistema todo favorável, era pra ter muitos mais títulos que tem. Isso só mostra a mediocridade do Flamengo em não saber aproveitar as coisas, mesmo com tudo a seu favor.

Os antis são antis pq vcs começaram sendo anti. Parem com essa babaquice de criança mimada achando que são odiados pq são bons. Vcs são odiados pq são Medíocres.

Oliveira Andrade
Band Sports

Sandro Moreyra na Blooks Livraria de Botafogo e na Bienal de Pernambuco

Amigos, amigas e tricolores: desculpem a ausência. Tenho andado envolvidaço com o livro sobre o Sandro Moreyra. Quarta, dia 4 de outubro, entre 19 e 22 h, na Blooks Livraria, na galeria dos cines Itaú, na Praia de Botafogo, e domingo, dia 8, às 10h, na Bienal de Pernambuco, em Olinda.















quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Orgulho de ser botafoguense

Não era dia. Jogo igual. Ganhou quem fez o gol. Jogo feio o do grêmio? Sim. Mas sem sujar as mãos.
Vida que segue.

domingo, 10 de setembro de 2017

Botafogo treina contra o Flamengo pra jogo da Libertadores e ganha fácil na bola sem ajuda de arbitragem e "lances duvidosos"

Falar o quê? Facinho, facinho. Sem roubo ou cagada não dá pro time dos sentões.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

E o Flamengo, hein? Beneficiado pela arbitragem como sempre

Será que isso não acaba nunca? Será que os framenguistas não se envergonham nunca? A imprensa fala, a tv mostra, até os comentaristas globais admitem, mas nada acontece. Passa uma semana, no máximo duas. e tudo volta a acontecer. Já está enchendo o saco.

domingo, 27 de agosto de 2017

O Botafoguense é antes de tudo um forte

A luta continua. Tudo é sempre difícil pro Botafogo. O Bahia tem bons jogadores, especialmente no ataque, mas o Botafogo merecia a vitória. E ela veio. Um time abalado, vindo de uma eliminação injusta contra um adversário que entra sempre pela janela, raramente tem mérito.

Hoje vimos o mesmo zagueiro que foi expulso contra um time por falta violenta receber apenas um amarelo por falta parecida.

Arnaldo hoje representou muito bem a cara desse time. Desacreditado no início, tem lutado, tem corrido, está pegando confiança. A falta de sorte mais uma vez tirou nosso Carli de campo, que saiu desolado, mas Marcelo entrou e jogou bem como costuma jogar. Higor Rabello, um Monstro. Vitor Luis não sentiu o drible que o pereba framenguista conseguiu na sorte contra ele.

João Paulo e Rodrigo Lindoso jogando o feijão com arroz como sempre com um pouco de filé no futebol do JP. Bruno Silva mais uma vez decisivo.

Pimpão sempre raçudo e Roger fez hoje uma das melhores partidas pelo Glorioso, premiado com um golaço.

Vidas que seguem. Algo bom ainda está reservado pro Botafogo esse ano.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Lançamento de livro sobre Sandro Moreyra foi um festa de gentes boas

Ique, autor da capa

 PC e Ique

Ique, PC, Carlos Eduardo Novaes e Milton Temer

Eugênia Moreyra (filha de Sandro), Fernando Calazans,
Luisinho Nascimento, Janjão da Casa Carandaí, Rodrigo Figueiredo (marido de Sandra)
e José Antonio Gerhein

Fernando Calazans e PC

PC e jornalista Emilia Silveira

Durante entrevista pro repórter Plácido Berci, do SporTV

Paulo César Vasconcelos entre as assessoras de imprensa
Andréa Gonçalves e Rita Capell

Paulo César Vasconcellos e Eugênia Moreyra

PC e a editora Gisela Zincone

Sandra Chaves, Telmo Wambier, Ique,
Luiz Eduardo Resende e Romildo Guerrante

PC com parentes e amigos de Sandro

PC com dona Milu, primeira mulher de Sandro e mãe de Eugênia

Com o querido amigo Maurício Menezes
  
Com Mestre André Motta Lima

Maria Alice Paes Barreto, Sandra Chaves, Paulo Romeu,
Luciana Savaget, Telmo Wambier e Romildo Guerrante

Com a jornalista e professora Denise Lilenbaum

Com Eugênia Moreyra e dona Milu

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Galvão mostra livro sobre Sandro Moreyra no programa "Bem, amigos"

Olha o que ele fez, Olha o que ele fez, Olha o que ele fez.

Obrigado, Galvão Bueno.


Lançamento dia 22 de agosto em General Severiano, no Rio, a partir das 19h.


domingo, 13 de agosto de 2017

Mata-me, mas me deixa feliz, meu Botafogo




Dores no braço, no pescoço, pele fria, suor, ansiedade, falta de ar, palpitações… Tive tudo isso durante 90 minutos.
Mais um jogo desses como o de hoje contra o Grêmio e o enfarto me pega. Os caras se mataram em campo, especialmente o Fernandinho, que parecia estar disputando uma final de Copa do Mundo. O juiz só marcava faltas pro Grêmio e passou o jogo perseguindo os jogadores do Botafogo. O time perdeu uns 250 gols nos contra-ataques.
De bom: mais uma vez a atuação do Gatitto, a boa partida do Arnaldo e do Gilson, apesar dos gols perdidos pelos dois. Bons reservas pra Luis Ricardo e Vitor Luis. A boa atuação do meio de campo. Especialmente do maravilhoso fominha Bruno Silva. Valencia joga bola. Quando pegar ritmo de jogo vai ajudar bastante.
De mau: não tô levando fé nesse Brenner, apesar do passe pro gol.
O jogo hoje era chave. Ou a gente encostava na turma do rebaixamento ou na turma da tabela de cima. Encostamos na segunda opção e ainda por cima estamos na rabeta do sentão.
Vida que segue. Que o jogo de quarta seja decidido em campo.

Livro sobre Sandro Moreyra à venda nas principais livrarias do Brasil


Prestigiem. Sandro Moreyra era querido por torcedores de todos os times. E pelos jornalistas também.

Lançamento oficial dia 22 de agosto, terça-feira, em General Severiano, no Rio.







Parabéns a todos os pais botafoguenses, framenguistas, tricolores e vascaínos


Algumas horas de trégua. Parabéns a todos os amigos pais e filhos.

De coração.

Lançamento de livro sobre Sandro Moreyra é notícia no Lance! e no Lancenet.




Está chegando a hora e os amigos da Imprensa estão colaborando com a divulgação.

Pré-lançamento dia 22 de agosto, a partir de 19h, no salão nobre de General Severiano. Todos os amigos aqui serão bem-vindos. Até os sentões.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Esse é o Botafogo dos nossos sonhos

Que vitória! Que vitória!

Time perfeito. Do Gatitto ao Gilson, último jogador a entrar em campo. Luis Ricardo foi bem pra quem estava fora há tanto tempo. Zaga perfeita. Vitor Luis é raça. Que meio de campo! Que empenho do Roger. Que fé do Pimpão ao acreditar no lance até o fim.

Agora é continuar sonhando.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

José Carlos Araújo comenta e mostra livro sobre Sandro Moreyra no SBT


Agora há pouco, quarta-feira, dia 9 de agosto no programa de esportes do SBT. Com Gérson e Gilson Ricardo.

Apolinho enche a bola do livro sobre Sandro Moreyra





Esse Apolinho é gente boa mesmo. Falou do livro um bom tempo ontem à noite no seu programa na Rádio Tupi. Quem quiser ouvir é só clicar AQUI.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Sandro Moreyra no Balanço Esportivo

Participei ontem à noite do programa Balanço Esportivo do canal CNT. Fui falar sobre o lançamento do livro sobre Sandro Moreyra, dia 22 de agosto, em General Severiano.

Todos serão bem-vindos. Até os sentões.

domingo, 6 de agosto de 2017

Mengo volta a pagar mico e Jerry some

Quando não é roubado, perde.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Livro sobre Sandro Moreyra vai ser lançado dia 22 de agosto em General Severiano

Nasceu. E já está no meu colo. Babando e chorando. Direto da editora Gryphus.  Obrigado mais uma vez, Gisela Zincone.


Pré-lançamento dia 22 no salão nobre do Botafogo em General Severiano, a partir das 19h. Alô alô, Ique Woitschach. Me avisa quando você voltar da sua terra natal.


domingo, 30 de julho de 2017

Flamengo consegue roubar até o Corinthians

Mais um jogo do Mengo, mais um roubo. Uma vergonha a anulação do primeiro gol do Jô. Até o pessoal da Globo ficou sem graça.
Será que não existe jogo do Flamengo sem roubo?
Que venham as desculpas.

sábado, 29 de julho de 2017

A importância que uma derrota pode ter

A lição sabemos de cor, só nos resta aprender. A vitória por 3 a 1 hoje contra o São Paulo seria uma mentira. O time, como em outros jogos, não foi tão bem pra justificar o resultado. O empate seria mais justo. Apesar de estar na zona do rebaixamento, o time paulista tem bons jogadores e toca bem a bola

Houve um pênalti claro não marcado pro Botafogo e um inventado pro São Paulo que Gatitto pegou. Mas o primeiro gol do São Paulo foi uma vergonha. Falha horrorosa se todos os que participaram do lance. Inclusive Gatitto.

E as substituições do Jair foram terríveis. Botar um garoto pra fazer experiência tendo Gilson no banco e botar o Brenner totalmente desentrosado demonstram falta de experiência. Toda vez que Jair inventa e foge do padrão, o time se dá mal.

Que a lição de hoje seja aprendida

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Pênalti contra o Flamengo só com firma reconhecida e autenticada

Como costuma acontecer em todos os jogos, mais uma vez te sujeira em jogo do Framengo.

Que venham as desculpas de sempre.

Pra cima do Glorioso não tem essa de Galo Vingador


Que atuação do Roger. E o monstro João Paulo? E Carli? Jefferson quase não tocou na bola. Não precisou. Nem reparei quem jogou na quarta zaga. Vitor Luís brilhante como sempre. Partida perfeita do menino Matheus Fernandes. E Gilson entrou pra sacramentar.

E tudo isso sem sujar as mãos, sem "lances duvidosos", sem reclamação dos adversários.

A luta continua.

Nós te amamos, Fogo.

domingo, 23 de julho de 2017

Tem coisas que só acontecem com o Botafogo, sim: time reserva sofre empate roubado do lanterna do campeonato

Mais uma vez o Botafogo é prejudicado. A irresponsabilidade do bandeirinha e do juiz representou mais dois pontos irrecuperáveis. Mas é certo que Guilherme não pode perder o caminhão de gols que perdeu e Gilson não poderia isolar aquela bola na cara do gol.

Ganhar do Galo e se classificar na Copa do Brasil é obrigação.

sábado, 22 de julho de 2017

Juiz dá 6 minutos de prorrogação e marca pênalti aos 46 do segundo tempo. Precisa dizer pra que time?

Que sina! Sempre a mesma história e o mesmo roteiro. Mas eles não se envergonham e acham normal.
Que venham as desculpas de sempre.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Vá ser exigente assim na pinceleta, botafoguense

Ao contrário de framenguista que comemora título roubado com Obina, Toró e Sousa Caveirão, botafoguense é muito exigente. Muito exigente. Assisti o jogo hoje num boteco perto de casa com mais uns 6 ou 8 botafoguenses. Só eu e um outro lá torcendo a favor. O resto todo torcendo contra. Botando defeito em cada jogada, em cada jogador do Glorioso. Fora o Luiz Carlos Mello trocando mensagens comigo no inbox com o seu pessimismo habitual. Ora bolas, o Botafogo é o único carioca na Libertadores, ainda disputa a Copa do Brasil e chegou hoje no bolo da outra Libertadores do ano que vem a apenas dois pontos do sentão que tem apoio das estatais, da Globo, da CIA,  da KGB e do Bolsonaro.

Ó raça difícil, sô!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Mengo começa a pagar micos e Jerry está de licença

Nasceram pra ser gozados. Nem levando o jogo pro chiqueirinho se deram bem.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Qual a graça de ganhar do Flu?

Pronto. 1 a 0. Fácil. Nem vi se foi o Jefferson ou o Gatitto que jogou. E conheço poucos tricolores. Próximo da fila, por favor.

domingo, 9 de julho de 2017

E agora? Jefferson ou Gatitto?

Que atuação do Jefferson hoje? Defesas milagrosas e ainda pegou um pênalti. Temos os dois maiores goleiros do Brasil. Quem joga? Não sei. O problema é com o Jair e com vocês.

Fogo!!!

sábado, 8 de julho de 2017

Colunista Ancelmo Gois divulga capa de Ique pro livro sobre Sandro Moreyra que vai ser lançado em 22 de agosto



Só lembrando que o lançamento vai ser dia 22 de AGOSTO, em General Severiano.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Sofrido é mais gostoso

Mais uma vitória contra um time tradicional, copeiro, catimbeiro, duro de enfrentar. Bela atuação de praticamente todo o time. Gatitto que quase não pegou na bola devido à atuação firme de Carli e dos volantes Lindoso, Bruno Silva e essa promessa Matheus Fernandes. Partidaça do João Paulo. Pimpão sempre decisivo. E Roger que deu apenas um chute a gol e brigou muito.

Ainda tem muita coisa pela frente. Que venham os reforços.

domingo, 2 de julho de 2017

Tudo bem que o juiz inventou um pênalti e uma série de faltas, mas o Botafogo não deu um chute a gol contra o Mengo paulista

Três jogos, três derrotas derrotas seguidas. É preciso refletir. Não dá pro Jair ficar fazendo mágica a cada jogo. Escalou muito bem o time com o que tinha pra colocar em campo hoje. Não adianta lamentar a decepção com a saída do Montillo e do excesso de contusões. É preciso dar um jeito de descobrir um atacante nesse mundo de Deus.
Que o astral mude com uma bela vitória na raça na quinta-feira.
Por hoje é só.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Obrigado, Montillo

Que notícia triste! Montillo tinha a cara do Botafogo. Uma pena a decisão de sair. Vaia a pena investir. Profissional sério, jogador de grupo, espírito de equipe, carisma, pinta de ídolo. Vai ser difícil arrumar outro igual. Mas é preciso tentar.

Precisamos de um cara que nem o Montillo, Presidente CEP.